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	<title>Futebol Magazine</title>
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	<description>Revista de Futebol</description>
	<lastBuildDate>Sat, 13 Mar 2010 05:08:29 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ramires admirado com o número de Brasileiros na Liga Portuguesa</title>
		<description><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both;text-align: center"><a href="http://3.bp.blogspot.com/_i5jBGGIdVk0/S5scdqb37rI/AAAAAAAAAVg/IM-xjfN9DO0/s1600-h/ramires_benfica_desportugal.jpg"><img border="0" height="246" src="http://3.bp.blogspot.com/_i5jBGGIdVk0/S5scdqb37rI/AAAAAAAAAVg/IM-xjfN9DO0/s400/ramires_benfica_desportugal.jpg" width="400" /></a></div><br />O internacional brasileiro Ramires, jogador do Benfica disse aquilo que todos sabem, mas que ninguém se preocupa! E vindo de um conterrâneo a citação acaba por ter ainda mais relevo! <br /><br /><em>"Fiquei verdadeiramente chocado com a quantidade de jogadores brasileiros que há em Portugal. Quase todas as equipas portuguesas têm brasileiros nos seus plantéis que não conseguiram construir uma carreira no Brasil. Há até pessoas que eu nem sabia que eram brasileiros, antes de ouvir o sotaque."</em><br /><br />Para quando um limite de estrangeiros em Portugal, e apostar no jogador português? <br /><br /><strong><span style="font-size: 78%">Foto: <span style="color: #783f04">Isabel Cutileiro</span></span></strong><br /><br /><a href="http://desportugal.blogspot.com/"><span style="color: #990000;font-size: 130%">Página Inicial</span></a><div class="blogger-post-footer">Desportugal - Blog de Notícias Desportivas 
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		<link>http://www.futebolmagazine.com/ramires-admirado-com-o-numero-de-brasileiros-na-liga-portuguesa</link>
			</item>
	<item>
		<title>Calar o Vélodrome</title>
		<description><![CDATA[<div class="separator" style="clear: both;text-align: center"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_scZlKAsQ7HU/S5mI2gsEivI/AAAAAAAACXY/EMhn_OoNlGQ/s1600-h/maxi.jpg"><img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_scZlKAsQ7HU/S5mI2gsEivI/AAAAAAAACXY/EMhn_OoNlGQ/s320/maxi.jpg" /></a></div><div class="separator" style="clear: both;text-align: justify"><span style="color: red"><strong>Benfica - 1; Marselha - 1 (Liga Europa, oitavos, 1ª mão). </strong></span>Olhemos para este empate com o Marselha, na Luz, como ele deve ser olhado: um resultado que deixa tudo em aberto para a 2ª mão, no Vélodrome. É pouco, é fraco. É, mas sabíamos à partida, e Jorge Jesus não se cansou de o dizer, que a eliminatória ia ser “renhida”.</div><div style="text-align: justify"></div><div style="text-align: justify">O Marselha foi aquilo que se esperava. O Benfica foi menos do que se esperava. Mesmo assim podíamos ter ganho a uma equipa que está a 3 pontos da liderança do campeonato francês. Não se trata já de um campeonato qualquer. É com certeza, hoje, um dos campeonatos mais competitivos da Europa.</div><div style="text-align: justify">Basta ver o Lyon, em 4º lugar, a eliminar da Liga dos Campeões o colosso Real Madrid. O Marselha tem tudo para regressar aos lugares de destaque da Europa do futebol, onde já esteve. O Benfica também tem tudo para isso.</div><div style="text-align: justify">O jogo da 2ª mão vai ser também “renhido” e a eliminatória decidida nos detalhes. Espera-se no Vélodrome (onde Portugal já foi eliminado da final do Euro 84, pela França de Platini) um Aimar em melhores condições, um Ramires menos preso de movimentos, um Saviola à Saviola, um Cardozo mais matador.</div><div style="text-align: justify">Foi pena o golo no fim. Um golo completamente inesperado e evitável, logo após a Ramires ter enviado um balázio à barra. O futebol é assim. Mas em Marselha o Benfica vai mostrar que, como há 20 anos, vai levar de vencida o “onze” francês. A caminho de Hamburgo. <strong><span style="font-size: x-small">Foto: Armando França (AP/Photo)</span></strong></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/34418399-8414616058116151693?l=oinfernodaluz.blogspot.com' alt='' /></div>]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/calar-o-velodrome</link>
			</item>
	<item>
		<title>Relembrando: Tommy Docherty, &#8220;The Doc&#8221;</title>
		<description><![CDATA[<a href="http://4.bp.blogspot.com/_m_2qE_pbej8/S5U0-I74WAI/AAAAAAAAATM/xJtbbeX9a1M/s1600-h/tommy+docherty+1.jpg"><img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt;float: left;cursor: pointer;width: 250px;height: 387px" src="http://4.bp.blogspot.com/_m_2qE_pbej8/S5U0-I74WAI/AAAAAAAAATM/xJtbbeX9a1M/s400/tommy+docherty+1.jpg" alt="" border="0" /></a>Corria a época de 1969/70, aquela que acabaria por ficar na história como a pior de sempre do F.C. Porto, que terminaria o campeonato em 9º lugar. O romeno Elek Schwartz (na realidade austro-húngaro de nascimento, pois Timisoara, a sua cidade natal, pertencia nessa altura ao Império Austro-Húngaro) havia sido contratado para substituir José Maria Pedroto, que no meio de grande controvérsia fora despedido pelo Presidente Afonso Pinto de Magalhães perto do fim da época anterior e rumara a Setúbal.<br /><br />Schwartz tornara-se conhecido entre nós por ter treinado o Benfica na época de 1964/65, tendo sido campeão nacional e tendo conduzido aquele clube à sua 4ª final da Taça dos Campeões Europeus, que perderia em San Siro por 1-0, contra o Inter de Helenio Herrera, <span> </span>com um famoso frango à Costa Pereira, especialidade culinária então muito em voga no nosso país. Se agora por vezes contratamos jogadores do Benfica, ou desviamos da Luz atletas anunciados com fragor na imprensa como estando a pontos de assinar por aquele clube, com o parcial intuito de aferroar aquele nosso inimigo de estimação, naquele tempo tínhamos, por assim dizer, o tique parolo de contratar quem já servira o Benfica, na vã esperança de que por cá repetissem as façanhas alcançadas em Lisboa.<br /><br />Mas estou a divagar. Elek Schwartz teve um fraco começo de campeonato (nos primeiros três jogos teve dois empates e uma derrota) e durou apenas uns meses. Interinamente foi substituído pelo adjunto Vieirinha e a equipa até chegou a ter um ligeiro despertar, em parte devido à regular utilização do sangue jovem personificado por Chico Gordo e Seninho, este último na sua primeira época no clube. Lançando os seus olhares para o estrangeiro, a direcção do clube fez uma contratação de peso: o novo treinador era o escocês Tommy Docherty, popularizado pela alcunha de “The Doc”, que já treinara, entre outros, o Aston Villa e o Chelsea, e que mais tarde treinaria a selecção escocesa e o Manchester United.<br /><br />Docherty nascera em Glasgow em 1928 e entre os clubes que representara como jogador contavam-se o Celtic, seu clube de infância, e o Arsenal. Era um homem extrovertido e famoso pelas suas frases retumbantes. Um dia negociava a sua saída de um clube e, quando os jornalistas lhe perguntaram se já havia acordo, respondeu: “Ofereceram-me £ 10.000 para fazermos um acordo amigável mas eu disse-lhes que terão de ser muito mais amigáveis que isso!”<br /><br />Cá chegado, o “Doc”, com a carruagem em andamento, pouco podia fazer, e a equipa foi-se arrastando até ao fim do campeonato, perante a geral incompreensão dos adeptos e da crítica para com o escocês. Causou furor e indignação, por exemplo, a sua ideia de, num jogo no Mar, fazer alinhar o esquerdino Francisco Nóbrega do lado direito do ataque, coisa vulgar de hoje em dia.<br /><br /><a href="http://1.bp.blogspot.com/_m_2qE_pbej8/S5U1LzJCCyI/AAAAAAAAATU/GhdIFKYAJOk/s1600-h/FCPorto+7071.jpg"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_m_2qE_pbej8/S5U1LzJCCyI/AAAAAAAAATU/GhdIFKYAJOk/s400/FCPorto+7071.jpg" alt="" style="margin: 0px 10px 10px 0px;float: left;cursor: pointer;width: 400px;height: 225px" border="0" /></a>Mas antes do começo da época de 1970/71, Docherty, a quem a direcção arranjara uma muleta na pessoa do antigo jogador do clube António Teixeira, um bom treinador de clubes pequenos, declarava: “Comigo à frente da equipa desde o princípio, as coisas vão ser diferentes!” E foram, de facto. Com poucas jornadas transcorridas o F.C. Porto foi empatar à Luz por 2-2, com dois golos de Lemos, que fazia a sua primeira época sénior no clube, depois de duas épocas emprestado ao Boavista. E não foi só o empate que espantou: a equipa jogou com grande personalidade e sem nunca revelar medo. O “Doc” era um típico treinador britânico, e achava que para a frente é que era o caminho.<br /><br />Infelizmente, o plantel do clube tinha as suas limitações, embora naquela época tivesse sofrido uma injecção de talento nas pessoas do referido Lemos, do também ponta-de-lança Abel, contratado ao Benfica, do defesa-central Armando Manhiça, vindo de Alvalade, e do médio brasileiro Bené, proveniente do Leixões. Qualquer ideia de ganhar o campeonato, que há 12 anos nos escapava, era um puro devaneio, pois de facto Benfica e Sporting tinham melhores equipas, o que não nos impedia de, volta e meia, terminarmos à frente dos lagartos, já que estes sofriam dos mesmos males de (des)organização interna que o nosso clube. Nessa época terminaríamos em 3º lugar, o que não deixava de ser um progresso comparativamente ao descalabro da época anterior.<br /><br />Mas o melhor prato da época estava reservado para o jogo da segunda volta com o Benfica, disputado em Janeiro de 1971. Nesse dia, num jogo antecedido por uma auto-congratulatória homenagem a Afonso Pinto de Magalhães, o Lemos entrou definitivamente na História, marcando todos os golos numa histórica vitória de 4-0! No total “facturaria” 18 golos nessa época, ou seja, um terço dos golos que marcou tiveram o Benfica como vítima.<br /><br />Mas o inepto Pinto de Magalhães achou que podia dispensar o “Doc”, que ganhava bom dinheiro, como é bom de ver, e remediar-se com a prata da casa António Teixeira. A aposta sair-lhe-ia furada, como se veria na época seguinte.<br />E Tommy Docherty regressou ao Reino Unido, ainda faltava uma ou duas jornadas para terminar o campeonato, já que entretanto a Federação Escocesa lhe acenara com um convite para o cargo de seleccionador. Passados poucos anos regressaria às Antas, à frente do Manchester United, para disputar um desafio particular que terminou 0-0. O grande Bobby Charlton, já no ocaso da sua magnífica carreira, jogou nessa partida e foi fartamente ovacionado pelo público portista, que já nessa altura sabia apreciar futebol.<br /><br />Quanto ao “Doc”, mesmo já retirado, nunca saiu verdadeiramente da ribalta, sendo as suas “bocas” muito apreciadas pelo público inglês. O “nosso” José Mourinho, rapaz humilde como todos sabemos, também teve direito, quando treinava o Chelsea, a um “dochertiano” dito: “Se fosse feito de chocolate, José Mourinho lamber-se-ia a si próprio da cabeça aos pés!”.<br /><br /><span style="font-style: italic;font-size:85%" class="Apple-style-span">Nota: Mudei o título destas crónicas, por este me parecer mais adequado.</span><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3615232591693423675-8628083157745452502?l=reflexaoportista.blogspot.com' alt='' /></div><img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ReflexaoPortista/~4/ZIb7S2PPWSY" height="1">]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/relembrando-tommy-docherty-the-doc</link>
			</item>
	<item>
		<title>Helton foi grande mas não chegou</title>
		<description><![CDATA[<p>O Porto despediu-se (da pior maneira) ontem da Liga dos Campeões 09/10, depois de ter sido goleado em Londres diante do Arsenal, por expressivos 5-0 em jogo da segunda mão dos oitavos-de-final da prova. Helton, foi o melhor portista em campo, e com uma mão cheia de grandes defesas, principalmente na primeira parte, evitou que a humilhação tivesse sido ainda maior. O Porto não sofria cinco golos num só jogo das competições europeias desde da temporada 88/89. Nessa época, a proeza foi alcançada pela formação holandesa do PSV, em jogo da Taças dos Campeões Europeus.</p>
<p> </p>
<p>Sempre que os azuis-e-brancos jogam em Inglaterra, deparam-se com uma espécie de &#34; maldição &#34;. Mais um jogo, sem que estes conseguissem sair do país de sua majestade com um triunfo na bagagem. Nas últimas épocas o campeão nacional defrontou o Arsenal no &#34; Emirates &#34; por três vezes, e o balanço é claramente negativo. Nas partidas anteriores que o Porto de Jesualdo Ferreira e os seus pupilos efectuaram em Londres frente aos &#34; gunners &#34;, somaram três derrotas, encaixaram 11 golos e ficaram em branco. Na época passada a derrota foi de quatro. Ontem ainda houve tempo para mais um. Golos de Bendtner (hat-trick), Nasri (o melhor golo da noite) e Eboué.</p>
<p> </p>
<p>Uma das grandes surpresas da noite, além do desfecho final da eliminatória, foi a inclusão do defesa central Nuno André Coelho como titular, jogando como número seis. Posto que costuma ser ocupado por Fernando, ou então pelo argentino Tomás Costa. Todos esperavam que fosse o último, ou então o colombiano Guarín. O professor apostou no factor surpresa e não foi feliz. Nuno André Coelho ainda não tinha jogado na Champions este temporada e o lugar de trinco era uma nova experiência para si. Sem ritmo de jogo, rotinas, e conhecimento do lugar, o desempenho acabou por não ser o esperado, e a equipa sentiu isso na pele. No segundo tempo Jesualdo retirou o central de origem, e fez recuar Raul Meireles para a posição mais recuada do meio campo azul-e-branco. O resultado foi claramente superior.</p>
<p> </p>
<p>O Arsenal como era suposto, entrou forte (muito), pressionante e à procura do golo que lhe colocasse na frente do marcador e da eliminatória. E pelo que se ia vendo dos primeiros minutos de jogo, a vantagem dos ingleses era coisa de minutos. Tudo indicava que o ou os golos vinham a caminho. A pressão era cada vez maior, o caudal de jogo ofensivo começava a ser asfixiante. O Porto sentia cada vez mais dificuldades para suster o vendaval de futebol atacante do Arsenal e ia recuando, recuando ... Nos primeiros 15/20 minutos, o jogo foi quase sempre disputado em 40/50 metros. Só se jogava no meio campo portista. A tendência de Nuno André Coelho foi sempre a mesma, encostar nos centrais ao invés de ocupar aquele espaço à frente da defesa. E ai começava o primeiro grande problema da equipa.</p>
<p> </p>
<p>A resistência da equipa portuguesa demorou apenas dez minutos. Bendtner aproveitou da melhor maneira um choque entre Fucile e Helton, para apontar o primeiro da noite. O Porto não reagia, e só dava Arsenal. Fucile ia sendo um dos piores em campo. Helton, era claramente o oposto. Foi ele quem impediu que a eliminatória se tivesse resolvido na primeira metade. Quinze minutos depois do primeiro, os ingleses aumentavam para 2-0, mais uma vez por bendtner. Arshavin pelo lado direito, a fazer gato e sapato do defesa uruguaio e a assistir o gigante dinamarquês, que curiosamente, vinha sendo bastante criticado nos últimos dias pela imprensa britânica. Ia renascer e fazer as pazes com o golo frente ao Porto.</p>
<p> </p>
<p>Mais golos só nos segundos 45 minutos. O Porto até entrou bem no segundo período do encontro. A entrada de Rodriguez e o recuo de Raul Meireles pareciam estar a surtir algum efeito. Isto durante cerca de 15 minutos. O Arsenal votou à carga e colocou um ponto final no jogo e na eliminatória. O momento (minuto 63) alto da noite teve como protagonista um dos vários franceses do Arsenal. A classe e o talento de Nasri vieram ao de cima e este marcou o terceiro golo de forma magistral. Dentro da área portista livrou-se de três defesas e rematou com êxito. A bola ainda bateu no poste, mas acabou por entrar. Jogada individual do médio francês irrepreensível. Para ver e rever. Também é preciso dizer que houve muita passividade da defensiva portista.</p>
<p> </p>
<p>Três minutos depois o jogo ganhava contornos de goleada. Contra-ataque mortífero de Arshavin pelo lado esquerdo, concluído pelo costa-marfinense Eboué, que só teve de contornar Helton e atirar para a baliza deserta. Mais uma jogada explosiva do atacante russo, que galgou metros e construiu praticamente sozinho o quarto golo. Bendtner fechava o marcador aos 90 minutos, ao converter uma grande penalidade cometida por Fucile. Completando assim o hat-trick no jogo.</p>
<p> </p>
<p>Alguns nomes que merecem ser destacados. Song, Diaby, Arsahvin e Bendtner. No lado do Arsenal. Os dois primeiros formaram e formam uma dupla no meio campo de respeito. Defendem, atacam, são incansáveis. Fazem lembrar a dupla : Petit - Vieira da década de 90. Arshavin foi uma quebra-cabeças para Fucile. Ganhou quase sempre os duelos de um para um. Foi um dos grandes desequilibradores. O último fez o que lhe competia que era marcar. Quando se tem por perto jogadores de classe indicutivel torna-se mais fácil.</p>
<p> </p>
<p>Helton, Fucile, Nuno André Coelho, Hulk e Falcao. O primeiro fez o que lhe competia. E fez bem. Fucile e Nuno André não cumpriram, se bem que o lateral jogou os 90 minutos e foi provevelmente o pior em campo. Hulk continua a passar ao lado da temporada. Falcao fez o que lhe era permitido. Fora da Champions e a 11 pontos do líder Benfica, resta ao Porto tentar vencer a final da Taça da Liga e apostar forte na Taça de Portugal. O mais certo é o professor deixar o Dragão no final da temporada.</p>
<p><img style="border-bottom-color: black;border-top-color: black;border-right-color: black;border-left-color: black" border="0" alt="" src="http://img94.imageshack.us/img94/1857/294805.jpg" /></p>]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/helton-foi-grande-mas-nao-chegou</link>
			</item>
	<item>
		<title>Helton foi grande mas não chegou</title>
		<description><![CDATA[<p>O Porto despediu-se (da pior maneira) ontem da Liga dos Campeões 09/10, depois de ter sido goleado em Londres diante do Arsenal, por expressivos 5-0 em jogo da segunda mão dos oitavos-de-final da prova. Helton, foi o melhor portista em campo, e com uma mão cheia de grandes defesas, principalmente na primeira parte, evitou que a humilhação tivesse sido ainda maior. O Porto não sofria cinco golos num só jogo das competições europeias desde da temporada 88/89. Nessa época, a proeza foi alcançada pela formação holandesa do PSV, em jogo da Taças dos Campeões Europeus.</p>
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<p>Sempre que os azuis-e-brancos jogam em Inglaterra, deparam-se com uma espécie de &#34; maldição &#34;. Mais um jogo, sem que estes conseguissem sair do país de sua majestade com um triunfo na bagagem. Nas últimas épocas o campeão nacional defrontou o Arsenal no &#34; Emirates &#34; por três vezes, e o balanço é claramente negativo. Nas partidas anteriores que o Porto de Jesualdo Ferreira e os seus pupilos efectuaram em Londres frente aos &#34; gunners &#34;, somaram três derrotas, encaixaram 11 golos e ficaram em branco. Na época passada a derrota foi de quatro. Ontem ainda houve tempo para mais um. Golos de Bendtner (hat-trick), Nasri (o melhor golo da noite) e Eboué.</p>
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<p>Uma das grandes surpresas da noite, além do desfecho final da eliminatória, foi a inclusão do defesa central Nuno André Coelho como titular, jogando como número seis. Posto que costuma ser ocupado por Fernando, ou então pelo argentino Tomás Costa. Todos esperavam que fosse o último, ou então o colombiano Guarín. O professor apostou no factor surpresa e não foi feliz. Nuno André Coelho ainda não tinha jogado na Champions este temporada e o lugar de trinco era uma nova experiência para si. Sem ritmo de jogo, rotinas, e conhecimento do lugar, o desempenho acabou por não ser o esperado, e a equipa sentiu isso na pele. No segundo tempo Jesualdo retirou o central de origem, e fez recuar Raul Meireles para a posição mais recuada do meio campo azul-e-branco. O resultado foi claramente superior.</p>
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<p>O Arsenal como era suposto, entrou forte (muito), pressionante e à procura do golo que lhe colocasse na frente do marcador e da eliminatória. E pelo que se ia vendo dos primeiros minutos de jogo, a vantagem dos ingleses era coisa de minutos. Tudo indicava que o ou os golos vinham a caminho. A pressão era cada vez maior, o caudal de jogo ofensivo começava a ser asfixiante. O Porto sentia cada vez mais dificuldades para suster o vendaval de futebol atacante do Arsenal e ia recuando, recuando ... Nos primeiros 15/20 minutos, o jogo foi quase sempre disputado em 40/50 metros. Só se jogava no meio campo portista. A tendência de Nuno André Coelho foi sempre a mesma, encostar nos centrais ao invés de ocupar aquele espaço à frente da defesa. E ai começava o primeiro grande problema da equipa.</p>
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<p>A resistência da equipa portuguesa demorou apenas dez minutos. Bendtner aproveitou da melhor maneira um choque entre Fucile e Helton, para apontar o primeiro da noite. O Porto não reagia, e só dava Arsenal. Fucile ia sendo um dos piores em campo. Helton, era claramente o oposto. Foi ele quem impediu que a eliminatória se tivesse resolvido na primeira metade. Quinze minutos depois do primeiro, os ingleses aumentavam para 2-0, mais uma vez por bendtner. Arshavin pelo lado direito, a fazer gato e sapato do defesa uruguaio e a assistir o gigante dinamarquês, que curiosamente, vinha sendo bastante criticado nos últimos dias pela imprensa britânica. Ia renascer e fazer as pazes com o golo frente ao Porto.</p>
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<p>Mais golos só nos segundos 45 minutos. O Porto até entrou bem no segundo período do encontro. A entrada de Rodriguez e o recuo de Raul Meireles pareciam estar a surtir algum efeito. Isto durante cerca de 15 minutos. O Arsenal votou à carga e colocou um ponto final no jogo e na eliminatória. O momento (minuto 63) alto da noite teve como protagonista um dos vários franceses do Arsenal. A classe e o talento de Nasri vieram ao de cima e este marcou o terceiro golo de forma magistral. Dentro da área portista livrou-se de três defesas e rematou com êxito. A bola ainda bateu no poste, mas acabou por entrar. Jogada individual do médio francês irrepreensível. Para ver e rever. Também é preciso dizer que houve muita passividade da defensiva portista.</p>
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<p>Três minutos depois o jogo ganhava contornos de goleada. Contra-ataque mortífero de Arshavin pelo lado esquerdo, concluído pelo costa-marfinense Eboué, que só teve de contornar Helton e atirar para a baliza deserta. Mais uma jogada explosiva do atacante russo, que galgou metros e construiu praticamente sozinho o quarto golo. Bendtner fechava o marcador aos 90 minutos, ao converter uma grande penalidade cometida por Fucile. Completando assim o hat-trick no jogo.</p>
<p> </p>
<p>Alguns nomes que merecem ser destacados. Song, Diaby, Arsahvin e Bendtner. No lado do Arsenal. Os dois primeiros formaram e formam uma dupla no meio campo de respeito. Defendem, atacam, são incansáveis. Fazem lembrar a dupla : Petit - Vieira da década de 90. Arshavin foi uma quebra-cabeças para Fucile. Ganhou quase sempre os duelos de um para um. Foi um dos grandes desequilibradores. O último fez o que lhe competia que era marcar. Quando se tem por perto jogadores de classe indicutivel torna-se mais fácil.</p>
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<p>Helton, Fucile, Nuno André Coelho, Hulk e Falcao. O primeiro fez o que lhe competia. E fez bem. Fucile e Nuno André não cumpriram, se bem que o lateral jogou os 90 minutos e foi provevelmente o pior em campo. Hulk continua a passar ao lado da temporada. Falcao fez o que lhe era permitido. Fora da Champions e a 11 pontos do líder Benfica, resta ao Porto tentar vencer a final da Taça da Liga e apostar forte na Taça de Portugal. O mais certo é o professor deixar o Dragão no final da temporada.</p>
<p><img style="border-bottom-color: black;border-top-color: black;border-right-color: black;border-left-color: black" border="0" alt="" src="http://img94.imageshack.us/img94/1857/294805.jpg" /></p>]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/helton-foi-grande-mas-nao-chegou</link>
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		<title>Avec&#8217;s</title>
		<description><![CDATA[Muitos benfiquistas, dirigentes incluídos, defendem a ideia que o campeonato é o objectivo principal e que se for preciso abdicar da Liga Europa tal não deve ser problemático. Compreendo perfeitamente o discurso mas, desculpem lá, mas quero ir o mais longe possível na Liga Europa. Sonho com uma conquista europeia e sinto, mais do que nunca, que somos fortíssimos candidatos a vencer esta primeira Liga Europa. E acredito que todos os elementos do plantel desejam o mesmo. Querem ser campeões, todos queremos e é esse o nosso maior objectivo, mas também querem vencer a Liga Europa e fazer história.<br /><br />Para tal teremos que levar de vencida a equipa do Olympique Marselha, um velho conhecido que boas recordações nos tráz. Será um jogo totalmente diferente do de 1991 e julgo não estar enganado se disser que somos mais fortes do que este Marselha e temos possibilidades de evitar uma qualificação tão difícil como a que nos levou à final da Taça dos Campeões Europeus. Detesto falar em prognósticos mas sinto enorme confiança para o jogo de amanhã. A culpa é de Jesus, não o filho do outro mas sim o maior. A equipa joga tão bem que é difícil não crer em bons resultados seja contra que adversário for.<br /><br />Estádio da Luz cheio para que os avec's sintam que a Catedral é nova mas o espírito é o de sempre!<br /><br /><strong>Força Benfica!</strong><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/10766215-7200720711268548144?l=magicoslb.blogspot.com' alt='' /></div>]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/avecs</link>
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		<title>MOÇAMBOLA-2010 &#8211; LMF faz últimos acertos</title>
		<description><![CDATA[<div align="justify"><span style="font-family:trebuchet ms">A LIGA Moçambicana de Futebol (LMF) desdobra-se nos últimos acertos para que o Moçambola-2010 arranque sem sobressaltos, tendo, para o efeito, delegado membros seus para alguns pontos do país que vão acolher a festa do futebol nacional. O objectivo é de procederem à vistoria dos campos e se inteirarem das condições logísticas nessas cidades, ou seja, a identificação dos locais de hospedagem das equipas. O vice-presidente da alta competição da LMF, Augusto Pombuana, e o director executivo, Marcelino Tovela, estiveram em Chimoio e na vila do Songo, respectivamente.<br /><br />Na capital provincial de Manica, Augusto Pombuana inteirou-se do estágio do campo da Soalpo, berço do Textáfrica, enquanto no Songo, praça da HCB, Marcelino Tovela certificou-se sobre os locais de alojamento, tendo identificado dois recintos que podem acolher as equipas visitantes durante o campeonato, ao invés de se instalarem na cidade de Tete e depois percorrerem 150 quilómetros até Songo, facto que influenciaria negativamente no seu desempenho. As estâncias identificadas são uma residencial localizada em Chitima, a 20 quilómetros de Songo, e um “lodge”, na própria vila.<br /><br />“Inicialmente previa-se que as equipas dormissem em Tete e depois viajassem para Songo. No entanto, vimos que esta situação só iria beneficiar o adversário, neste caso a HCB”, comentou Marcelino Tovela.<br /><br />No que respeita ao campo do Soalpo, alvo de contestações da maior parte dos clubes participantes no Moçambola, Pombuana afirmou que há um trabalho em curso no terreno, que conta com o apoio do Governo local, nomeadamente a reposição do piso e a criação de condições para o restabelecimento da água. Anotou que os balneários estão em condições e o único problema tem a ver com recolocação da vedação interna do campo.<br /><br />“Acredito que até 3 de Abril, data em que o Textáfrica fará o seu primeiro jogo em casa, terá o campo em condições”, observou Pombuana.<br /><br />O presidente da LMF, Alberto Simango Júnior, disse, por seu turno, que contrariamente ao que algumas pessoas têm vindo a propalar acerca do Moçambola-2010, a prova vai decorrer sem sobressaltos e, no que respeita aos campos, cabe somente à Liga tecer comentários e tomar decisões sobre os que estão, ou não, em condições de acolher a prova.<br /><br />“Lamentamos que algumas pessoas que não estão ligadas à LMF apareçam a fazer declarações sobre uma prova que não lhes diz respeito e, nalgumas vezes, até avançarem decisões sobre um assunto que não lhes compete”, comentou, ajuntando que a questão da vistoria dos campos pertence à Liga e que qualquer decisão sobre a utilização, ou não, dos recintos indicados para acolher a prova é da responsabilidade da instituição que dirige.<br /><br />Simango Júnior reiterou que tudo está a ser feito para que o Moçambola-2010 decorra normalmente, como tem vindo a acontecer nos últimos tempos.<br /><br />Por: Michael Cesar</span></div><div class="blogger-post-footer">Desportugal - Blog de Notícias Desportivas 
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		<link>http://www.futebolmagazine.com/mocambola-2010-lmf-faz-ultimos-acertos</link>
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		<title>Daniel Carriço entra na lista do Man City</title>
		<description><![CDATA[Segundo a imprensa inglesa, Daniel Carriço entra na lista de possíveis reforços para o sector defensivo da equipa de Roberto Mancini.De acordo com o jornal inglês Mirror, Mancini quer mais opções para além dos defesas Kolo Toure e Joleon Lescott...]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/daniel-carrico-entra-na-lista-do-man-city</link>
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		<title>Benfica: Jorge Jesus chama 20 jogadores</title>
		<description><![CDATA[O treinador do Benfica, Jorge Jesus, convocou 20 jogadores para o encontro com o Marselha, na quinta-feira, para a primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa.Nota para o regresso de Javi Garcia, depois de dois jogos de castigo no campeonato. O e...]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/benfica-jorge-jesus-chama-20-jogadores</link>
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		<title>Italianos usam a mulher de Mourinho para provocação</title>
		<description><![CDATA[O site italiano Sky Itália gravou um vídeo a provocar José Mourinho, pedindo a beatificação da mulher, Matilde, 'por todo o sofrimento que vive no seu casamento'.No vídeo, a mulher do treinador do Inter de Milão surge como uma santa, com uma aur...]]></description>
		<link>http://www.futebolmagazine.com/italianos-usam-a-mulher-de-mourinho-para-provocacao</link>
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