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Es finito
28.02.10 · 22:35 · Reflexão Portista
Com uma primeira parte irreconhecível, completamente para esquecer, a equipa azul e branca viu os 3 pontos em disputa no encontro a voar, e viu também cair por terra todas as hipóteses de renovar o título. Com a agressividade a ficar no balneário, o Sporting foi ganhando consecutivamente todas as bolas divididas e ressaltos. Em complemento, Carvalhal fechou os corredores laterais, colocando, sempre, 2 homens em apoio, cortando a projecção do jogo ofensivo portista que vive muito à custa das alas. Resultado disso, o FC Porto acabou a 1ª parte apenas com remate efectuado à baliza de Rui Patrício e com 2 bolas encaixadas no saco.

Mas se os primeiros 45 minutos tinham sido terríveis, o 2º tempo seguiu a linhagem da etapa inicial. E, logo a abrir a etapa complementar, os homens de Jesualdo Ferreira ainda embalados na letargia geral, estenderam a passadeira ao Sporting para um triunfo tranquilo e sem suor. Era noite de brindes, vindos expressamente da Invicta. A perder por 3-0, o Professor, que já tinha feito alinhar Belluschi ao intervalo, lançou Rodriguez e Guarín no encontro para tentar agitar as hostes, mas, já não havia estímulo na equipa portista que fizesse inverter o rumo dos acontecimentos. Na verdade, do que se viu nesta partida, estímulo foi coisa que nunca existiu.

Depois de um festival diante do Sp. de Braga, com um futebol de grande qualidade, o FC Porto viveu um pesadelo total em Alvalade. Um jogo desgarrado, sem chama e atitude inútil. Uma bipolaridade incompreensível em apenas uma semana, mas que acompanhou a equipa portista ao longo da temporada, quer na sua qualidade exibicional, quer nos resultados. E, para quem quer vencer uma prova de regularidade como o campeonato, esta inconstância paga-se muito caro.
Fotos: Jorge Amaral / Global Imagens, Jornal de Notícias
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